A promessa é sempre boa. Mas a experiência nos mostra que é preciso ficar de olho nas promoções da Black Friday. Em anos anteriores, teve loja que aumentou o preço pra depois simular um desconto.

Na Black Friday de 2017, o Procon-SP recebeu 2.091 queixas. E a “maquiagem” nos preços foi, justamente, uma das reclamações mais comuns. Os clientes também relataram ao órgão que encontraram valores abusivos de fretes e que algumas lojas mudavam o preço do produto na hora de finalizar a compra.

Mas tem como aproveitar os descontos? Claro que tem. Letras & Lucros separou as principais dicas dos especialistas:

  • Fique de olho na chamada “lista suja” do Procon, que traz 419 empresas que já deram dor de cabeça. São sites que devem ser evitados porque, mesmo depois de notificados pelo órgão por causa de problemas relatados por consumidores, não responderam ou não foram encontrados. A lista pode ser acessada aqui.
  • Verifique se o site é brasileiro. Ao comprar em sites estrangeiros, você pode ter que pagar outras taxas.
  • Nas compras pela internet, lembre-se que existe o chamado “direito de arrependimento”. Como o consumidor não viu o produto no ato da compra, ele tem 7 dias, a contar da data do recebimento do produto ou da assinatura do contrato, para desistir da transação e pedir o dinheiro de volta. Veja mais detalhes aqui .
  • E claro!!! Nada de comprar por impulso. Veja o que você está realmente precisando para não estourar o orçamento.

58% dos consumidores querem aproveitar a Black Friday pra comprar

16% das lojas do país devem participar da Black Friday

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