Ok. Você já entendeu que os títulos do Tesouro Nacional são mais interessantes do que o investimento na poupança. Mas… Tesouro Selic, Prefixado ou atrelado à inflação? Qual a melhor alternativa? Depende do seu objetivo. Neste link, no site do Tesouro, você responde um pequeno questionário pra ver qual título é mais indicado para você.

Títulos Prefixados

Nos prefixados, o investidor sabe exatamente a rentabilidade que vai receber no vencimento. São indicados para quem acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia (Selic).

São títulos prefixados: LTN (Tesouro Prefixado) e NTN-F (Tesouro Prefixado com Juros Semestrais).

Títulos Pós-fixados

São corrigidos por algum indexador, pode ser a taxa Selic ou a inflação (IPCA). A rentabilidade só vai ser conhecida depois.

O título atrelado à taxa Selic recebe o nome de Tesouro Selic (LTF). É uma boa opção para quem não sabe quando irá resgatar o dinheiro.

Se for título atrelado à inflação, a rentabilidade é composta de uma taxa definida no momento da compra mais a variação da inflação no período. É uma ótima alternativa para investir no longo prazo, já que fica garantido que haverá um aumento real, descontado o valor da inflação. Títulos dessa modalidade: Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais.

Onde comprar Tesouro Direto?

O ideal é procurar uma corretora cadastrada na Bolsa. No site da B3 você tem a lista. Pode acessar por aqui:

Fique atento também às taxas cobradas. Não tem como escapar da taxa que a B3 cobra (0,25% a.a.), mas dá pra escapar da taxa das corretoras. Grande parte já não cobra mais do cliente para investir em Tesouro Direto.

E como a gente já explicou aqui no Letras & Lucros, os grandes bancos também fizeram um movimento nesse mesmo sentido. Estão nessa lista, gigantes como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Santander. “Pode ser uma boa para o cliente que quer comprar Tesouro Direto transferir o dinheiro do banco para a corretora do próprio banco. Assim, ele evita eventuais cobranças de TED, por exemplo”, orienta a professora de finanças Betty Grobman, sócia da BSG Duoprata.

Quer saber mais? Veja esse Recado da Mara.

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