A partir deste mês, vai ficar mais fácil trocar de plano de saúde Clientes de planos coletivos de empresas – que representam 70% do mercado – vão poder fazer a mudança para outro plano ou mesmo outra operadora sem precisar cumprir a tal da carência – ou seja, sem ser obrigado a ficar um tempo mínimo no novo serviço.

Esse prazo podia variar de 24 horas (em casos de urgência) a 24 meses (para doenças preexistentes), dependendo da operadora. Pela regra antiga, somente clientes de planos individuais ou familiares e beneficiários de planos coletivos por adesão podiam fazer essa portabilidade. Funcionários que perdiam o emprego ou se aposentavam precisavam contratar um plano do zero e cumprir a carência exigida.

Agora, quem quiser migrar para um plano compatível – na mesma faixa de preço ou mais barato – vai poder fazer a troca sem perder direito a nenhum serviço. Já quem quiser contratar uma cobertura mais ampla só vai precisar cumprir a carência para os itens que o plano antigo não cobria.

Condições

Além de escolher um plano compatível que esteja ativo e de estar com as mensalidades em dia, há algumas condições para fazer essa portabilidade. Preste atenção:

  • Ter no mínimo dois anos no plano de origem para pedir a primeira portabilidade
  • Ter no mínimo um ano para fazer novas portabilidades
  • Ter no mínimo três anos para quem tiver cumprido cobertura parcial temporária (CPT)

Há ainda alguns casos em que o usuário tem um prazo de 60 dias para fazer a portabilidade:

  • Plano coletivo cancelado pela operadora ou pela empresa
  • Falecimento do titular
  • Perda de emprego
  • Beneficiário perde a condição de dependente no plano do titular

Para mais informações, a Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela medida, preparou uma cartilha com prazos e critérios para realização da portabilidade, compatibilidade entre planos e documentos exigidos. Ainda ficou com alguma dúvida? Manda para a gente!

Dicas para escolher um plano de saúde

 

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