63,2 milhões de brasileiros estavam com contas atrasadas no período

É um número que não dá orgulho para ninguém. A quantidade de brasileiros com dívidas em atraso bateu recorde em abril, chegando a 63,2 milhões ou 40% da população adulta do país, segundo dados da Serasa Experian. Em relação ao mesmo período de 2018, houve uma alta de 3,3%, com dois milhões de pessoas a mais na lista.

O pior é que entre os que se perderam nas contas em abril, 78% são reincidentes. Ou seja, nos últimos 12 meses, eles já estiveram no cadastro de devedores e agora voltaram à mesma situação, segundo uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Para evitar que isso aconteça, é fundamental pensar bem antes de entrar em uma nova dívida e fazer as contas direitinho na hora da renegociação. “Uma renegociação é como um novo compromisso financeiro, que segue novas condições, novos valores, novas taxas… Se ele não for honrado, nada impede o credor de voltar a negativar o CPF de quem está devendo. Um acordo só deve ser aceito, se o consumidor avaliar que ele se encaixa na sua realidade”, orienta Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC.

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