Foi um período de muitos altos e baixos, mas, no fim das contas, o dólar terminou o primeiro semestre do ano em queda de 0,9%. Só em junho, a moeda americana caiu 2,17%, por conta da expectativa de aprovação reforma da Previdência e também por causa do corte na taxa de juros americana. Com uma remuneração menor por lá, os investidores buscam outros mercados. Consequentemente, entra mais dólar por aqui, o que mexe com a cotação.

No último dia útil de junho, no entanto, o dólar subiu 0,18%, vendido a R$ 3,8394. O acordo comercial fechado entre o Mercosul e a União Europeia e a apreensão pelo encontro entre os presidentes da China e dos Estados Unidos no G20, no fim de semana, empurraram a cotação para cima. Mas a trégua veio. As duas maiores potências da economia mundial  decidiram reiniciar as negociações comerciais e em 1º de julho, o dólar abriu o dia em queda.

Agora, é esperar os próximos capítulos… Se você tem viagem marcada, já sabe: o mais recomendado é comprar dólar aos poucos pra diluir o vaievém da moeda americana. Veja mais dicas aqui.

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