Só neste ano, o dólar já subiu 5,81%. Na última sexta-feira, 17 de maio, a moeda americana fechou em R$ 4,0991 – o maior valor desde setembro de 2018. Depois do fechamento do mercado, o Banco Central anunciou que vai fazer leilões de até US$ 3,75 bilhões para tentar amenizar a valorização. A desconfiança em relação à economia brasileira, a preocupação com a Reforma da Previdência e as tensões entre China e EUA fizeram a marca ficar acima dos 4 reais.

O dólar turismo ficou ainda mais alto. Foi negociado na casa dos R$ 4,25 mais IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). E por que há essa diferença entre o valor do dólar comercial e o turismo?

Bem, como o próprio nome diz, o dólar comercial é usado em transações comerciais, como importação/exportação. Essas empresas compram volumes maiores e, por isso, conseguem descontos nas taxas.

Já o dólar turismo é vendido a pessoas físicas. O preço é um pouco mais alto porque o volume adquirido é menor e também porque está incluso no valor o custo que a casa de câmbio (ou a corretora ou até mesmo o banco) tem para dar conta da operação, como, por exemplo, o pagamento de funcionários, o seguro etc. Além disso, tem a incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras): 1,1% para compra de moeda estrangeira em espécie e 6,38% se for colocar o dinheiro em um cartão pré-pago.

Se você está de viagem marcada para o exterior, veja aqui as nossas dicas para economizar ao comprar dólar.

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