No trimestre encerrado em outubro, a taxa de desemprego caiu para 11,7%, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mesmo assim, os números mostram que ainda há 12,4 milhões de desempregados no país.

Essa foi a sétima queda mensal seguida do desemprego. No terceiro trimestre de 2017, o desemprego medido pela Pnad estava em 12,2%. Para A redução do desemprego foi influenciada pela criação de vagas para trabalhar nas eleições.

Aumento da informalidade

A quantidade de empregados no setor privado sem carteira assinada cresceu 4,8% em relação ao trimestre anterior, chegando a 11,6 milhões de brasileiros (aumento de 534 mil pessoas). Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 5,9%.

Já o número de pessoas que trabalham por conta própria cresceu 2,2%, alcançando 23,6 milhões de pessoas – 497 mil mais que no trimestre anterior; alta de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

“A desocupação vem em processo de queda e essa tendência é em função da entrada de pessoas na informalidade. Os empregados com carteira de trabalho não dão nenhum sinal de aumento. O que aumenta são os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta própria, principalmente sem CNPJ”, afirma o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

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