A inflação para os idosos fechou 2018 em 4,75%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) que calcula o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i). Para efeito de comparação, embora as metodologias de cálculos sejam distintas, o IPC-3i ficou acima do IPCA, cuja variação foi de 3,75% no período.

O aumento de preços sentido pela terceira idade também ficou acima do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-Brasil), que fechou o ano em 4,32%. O IPC-Brasil mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 33 salários, enquanto o IPC-3i apura  variação de preço da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por pessoas de mais de 60 anos de idade.

No último trimestre de 2018, a inflação do idoso subiu para 0,80%. O número foi pressionado pelo grupo alimentação, que foi de -1,57% para 3,49%, com  destaque para as hortaliças e legumes: alta de 52,48% no quarto trimestre. Também pesaram na conta do IPC-3i, vestuário (-0,55% para 1,46%) e educação, leitura e recreação (2,21% para 2,85%).

É por isso que é tão importante se preparar para viver bem na terceira idade. Veja o especial que Mara Luquet gravou sobre previdência.

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