O Bitcoin chegou ao patamar de US$ 10 mil dólares, após uma sequência de queda nas últimas semanas. Mas 2018 começou complicado a vida de centenas de fundos de hedge especializados em criptomoedas, que se multiplicaram no exterior com o boom do Bitcoin, , conforme destaca uma reportagem da agência Reuters.

Uma pesquisa da Autonomous NEXT, uma empresa de análises financeiras para fintechs, mostram um recorde de 226 fundos de hedge globais com foco em moedas virtuais até 15 de fevereiro. Em 17 de outubro havia 110 fundos de hedge globais nesse perfil.

Pegando carona na valorização das criptomoedas, o total de ativos gerenciados por estes fundos pode estar entre US$ 3,5 bilhões e US$ 5 bilhões de dólares, segundo a análise.

O problema ocorre quando o valor do principal ativo destes fundos chega a valer US$ 20 mil dólares em dezembro e depois perde 70% do seu valor, caindo para US$ 6 mil dólares, no fim de janeiro. Na prática, os fundos de hedge que trabalham com criptomoedas – seja somente em bitcoin ou incluindo outras moedas virtuais – tiveram uma perda média de 4,6% em janeiro, de acordo com os dados do rastreador da indústria Eurekahedge. Já outros fundos de hedge avançaram 8,25% no mesmo período.

Aqui no Brasil, os fundos de investimentos regulados e registrados no país estão proibidos de investir em criptomoedas. Em janeiro, a CVM emitiu um ofício declarado que as criptomoedas não podem ser qualificadas como ativos financeiros.

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Fundos de criptohedge se multiplicam
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