Este é um ponto que exigirá muita atenção porque é preciso fazer contas. Cada caso é um caso. Embora mantenha a condição de segurado, você não contará o tempo de contribuição enquanto estiver fora do mercado de trabalho, a não ser que passe a contribuir como facultativo.

Enquanto estava empregado seu patrão cuidava da contribuição à previdência oficial, tanto a parte de responsabilidade dele, quanto a sua parte, que era descontada do seu salário.

Agora é diferente. Se quiser que este tempo entre nos cálculos de contribuição terá que você mesmo pagar a previdência, como facultativo, como explica Leonardo Rolim, consultor da Câmara dos Deputados na área de previdência e trabalho e hoje um dos maiores especialistas no tema.

E precisa continuar contribuindo? Vale a pena?

A resposta é sim para as duas perguntas. Vale a pena porque o INSS é o plano de previdência mais barato que existe. E é necessário manter a contribuição para que você garanta o prazo mínimo necessário de contribuição (15 anos) para se aposentar. Quanto mais idade você tiver, menos tempo poderá ficar sem contribuir.

E mesmo que você já tenha contabilizado esse prazo mínimo, vale a pena manter a contribuição porque se tiver os 30 anos de contribuição as chances são maiores de conseguir seu benefício sem reduções.

Quanto contribuir?

Como está desempregado, o melhor é contribuir (20%) sobre um salário mínimo. Não se preocupe sobre o impacto no valor do seu benefício futuro. Na hora em que for se aposentar o cálculo do benefício será feito levando em consideração apenas a média de 80% das maiores contribuições. O importante é que mesmo pouco você manterá contabilizando o tempo de contribuição.

Como fazer ?

Vá no site do Ministério da Previdência e emita você mesmo a guia de recolhimento. O site fica aqui 

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