Alinhada ao tempo, a tributação faz toda a diferença na hora do resgate.

A intenção é estimular a poupança de longo prazo. Portanto, quanto maior o tempo que se deixa o dinheiro aplicado, menor a carga de impostos e vice-versa, explica Flavio Lemos, consultor financeiro da Trader Brasil Escola de Finanças.

Aplicações de renda fixa se sujeitam ao Imposto de Renda e, para prazos inferiores a 30 dias, também ao IOF (Imposto sobre operações financeiras).

As letras de crédito (LCI e LCA) são isentas de IR, mas o prazo mínimo para aplicação é 30 dias – na verdade é difícil encontrar uma LCI/LCA com prazo inferior a 60 dias para resgate.

Para CDBs, fundos DI e fundos de curto prazo, a tributação ocorre para saques com menos de 30 dias de aplicação, sobre a rentabilidade, e é proporcional ao número de dias aplicados.

A alíquota, nesse caso, é regressiva, ou seja, diminui à medida que aumenta o prazo de aplicação. Neste contexto, as alíquotas variam de 96%, para aplicações por 1 dia, até 3% para aplicações por 29 dias.

Somente os investimentos em poupança estão isentos desta tributação, porém a rentabilidade é baixa e muitas vezes perde da inflação.

O Imposto de Renda incide em função do prazo da aplicação. Quanto mais tempo investido, menor a alíquota. Abaixo as alíquotas praticadas:

 

Foto: Pixabay

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