No seguro de vida tradicional, quando o titular do contrato morre o capital fica para os beneficiários indicados na apólice. No seguro de vida resgatável, se o titular não falecer em determinado período de tempo, recebe de volta uma parte do dinheiro corrigido com juros mais a variação da inflação (geralmente IPCA), explica Alessandro Gonçalves (foto), gerente comercial da Nunes & Grossi Benefícios.

Veja aqui como funciona:

  • Da mensalidade paga pelo segurado, a maior parte será para custear o seguro de vida (cobertura de morte) e uma parte pequena vai formar a reserva para pagar um eventual resgate;
  • Um exemplo a grosso modo: um capital segurado de R$ 500 mil por 20 anos com resgate de R$ 5 mil custa R$ 100 por mês.
  • Do valor da mensalidade, R$ 80 vão para o seguro e apenas R$ 20 serão poupados para pagar o resgate.
  • Se durante o prazo contratado o titular falecer, o capital de R$ 500 mil será pago integralmente aos beneficiários indicados na apólice;
  • Se não falecer, ao fim dos 20 anos recebe R$ 5 mil corrigidos.
  • Em geral os beneficiários são familiares, mas também podem ser os sócios de uma empresa.

 

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