Onde encontrar um bom corretor?

Bons corretores existem e podem ser grandes aliados na construção de seu patrimônio na Bolsa de Valores. Mas é preciso saber separar o joio do trigo.

O joio
• Custa muito caro para os serviços que oferece.
• Não é ágil e enfrenta constantemente problemas técnicos.
• Demora a responder suas dúvidas.
• Não considera suas críticas e reclamações.
• Fala jargões e não se preocupa em traduzir em bom português as operações, riscos e movimento do mercado.
• Não pode operar legalmente e/ou não mantém cadastro atualizado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na BM&F Bovespa.

 

O trigo
• É transparente.
• Tem informações confiáveis, com fontes de credibilidade.
• Está sempre disponível para tirar suas dúvidas.
• Respeita sua inteligência e, portanto, não fica prometendo ganhos fáceis e espetaculares.
• Alerta e esclarece todos os riscos da operação.
• É autorizado pela CVM a operar no mercado e mantém suas informações sempre atualizadas.

Vida de corretor

A realização de qualquer negócio envolvendo a compra e venda de ações em Bolsa de Valores requer a intermediação formal de uma corretora de valores. As sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários são constituídas sob a forma de sociedade anônima ou por quotas de responsabilidade limitada e são supervisionadas pelo Banco Central do Brasil (Resolução CMN 1.655, de 1989).
Elas mantêm um time de profissionais (os corretores) que é responsável por colocar as ordens de compra e venda dos investidores nos pregões das bolsas.
Mas veja, todas as decisões de aplicar dinheiro ou liquidar posições somente podem ser tomadas com a autorização do investidor. Você, portanto, é sempre a responsável pelos resultados financeiros das negociações realizadas (lucros ou prejuízos). Lembre-se: é o seu dinheiro que está sendo investido.
É preciso pagar por este serviço de comprar e vender ações e este custo tem o nome de taxa de corretagem. Há outros custos envolvidos na compra de ações, os emolumentos pagos à Bolsa.

 

 

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