Muitas vezes as pessoas pagam tarifas bancárias elevadas e nem sequer utilizam os serviços cobrados.

Há casos de abusos dos bancos que têm que ser denunciados. Os Procons e o Banco Central acompanham as tarifas bancárias de perto, atendem as queixas e promovem a negociação entre os clientes e os bancos.

Se houver abuso não hesite em buscar os órgãos competentes e reclamar.

Porém, muitos casos não são de abuso. Os serviços estão previstos nos contratos que os correntistas assinam, às vezes sem ler.

É preciso prestar atenção às tarifas porque, na ponta do lápis, o dinheiro que acaba ficando para o banco é alto.

A Federação dos Bancos (Febraban) tem um portal que permite consultar e comparar tarifas e pacotes de serviços. Além disso, os próprios bancos – pelo menos os maiores – disponibilizam seus pacotes nos próprios sites.

Os bancos têm permissão do Banco Central para reajustarem as tarifas e geralmente os preços são revistos a cada três ou seis meses, portanto esse trabalho de acompanhamento tem que ser feito com frequência.

Veja aqui algumas orientações do Procon- SP:

  • Observe os diversos canais de atendimento (presencial, internet, autoatendimento e outros meios eletrônicos) disponibilizados pelo banco, pois eles podem apresentar diferenças significativas de tarifas.
  • No caso de optar pela contratação de um pacote, verifique se os serviços inclusos e suas respectivas quantidades estão de acordo com sua utilização.
  • Não extrapole a quantidade de serviços estipulada no pacote contratado, para evitar pagar também a tarifa individual do serviço.
  • Observe se a instituição financeira oferece algum desconto no pacote em função do relacionamento com o banco.
  • A contratação do pacote não é obrigatória, não podendo ser imposta pelo banco.
  • Verifique se os serviços essenciais gratuitos atendem às necessidades, antes de optar por um pacote.

 

Foto: Pixabay

 

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