Este é definitivamente é o ano das moedas virtuais. Não é surpresa que Bitcoin seja o segundo termo mais buscado Google em 2017, na categoria de notícias.

A popularização das moedas virtuais também gerou interesse, investigações, e alertas de autoridades reguladoras no mundo todo. Em alguns países como a China, a Índia e a Rússia, a livre negociação de criptomoedas foi proibida. Em outros, como a Bielorússia, foram recentemente regulamentadas.

Uma reportagem da Bloomberg fez um apanhado sobre como os bancos centrais de 18 países, incluindo o Brasil, estão abordando o tema. Selecionei alguns aqui para comentar porque é interessante observar esses posicionamentos para ter uma ideia do que vem por aí no ano que vem.

Em novembro, nós tivemos os comunicados do Banco Central e da CVM alertando sobre riscos de volatilidade e golpes no uso das criptomoedas e sobre as ofertas iniciais de moedas (ICOs). A reportagem da Bloomberg destaca o lado positivo da visão da autoridade reguladora, quando o Bacen declara que “não vê um risco imediato ao sistema financeiro do país” e que “apoia novas tecnologias que possam tornar nosso sistema financeiro mais seguro e eficiente”.

E o que diz o banco central dos bancos centrais? O Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), disse que os governos não podem ignorar o crescimento das criptomoedas e provavelmente terão que considerar se é sensato que eles emitam suas próprias moedas digitais em algum momento.

E você o que espera das criptomoedas no próximo ano? Mande seu comentário e sua pergunta aqui no post ou pelo e-mail ibolso@letraselucros.com.br .

Até o próximo podcast em 2018 :-). Feliz ano novo!

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Bitcoins pelo mundo em 2017
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